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O que é a credencial UNEDasiss, que nota leva, que documentos pede a um estudante português, quanto tempo demora e quando convém pedi-la.
Média para Medicina Dentária em Portugal e a alternativa espanhola

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Decidir-se por Medicina Dentária costuma vir com uma dúvida que aperta o estômago mais do que qualquer outra: será que a minha média chega? É das perguntas que mais nos chegam, e faz todo o sentido fazê-la, porque a média de Medicina Dentária está entre as mais altas de todo o ensino superior português e o número de vagas é pequeno. Não é uma sensação tua, são os números.
Vamos olhar para esses números com calma, universidade a universidade, e perceber por que razão a barra está tão alta. E como há sempre um caminho menos óbvio, mais à frente vemos por que muitos estudantes portugueses acabam por encontrar em Espanha uma porta mais acessível para a mesma profissão.
Se já sentes que a média em Portugal te deixa de fora por uma décima, vale a pena conhecer a nossa preparação para Medicina Dentária em Espanha antes de dar por encerrada a tua candidatura.
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Preparamos-te para as PCE da UNED (Biologia, Química e Espanhol) e tratamos da tua credencial e da inscrição.
A nota de candidatura a Medicina Dentária constrói-se com 50% da média do secundário e 50% das provas de ingresso, numa escala de 0 a 200 pontos. Para te poderes candidatar, cada uma dessas componentes tem de chegar pelo menos a 140 pontos, segundo a DGES. As provas de ingresso exigidas são Biologia e Geologia em conjunto com Física e Química.
Mas atenção, esse 140 é só o mínimo para entrares na corrida, não a nota com que se entra de verdade. A nota com que realmente se fecha o curso é muito mais alta, e é aí que está o aperto.
Na prática, candidatares-te com 140 e entrares são duas coisas bem diferentes. A nota do último colocado sobe ano após ano porque há muitos candidatos a disputar pouquíssimas vagas.
Aqui é onde os números falam por si. Na 1ª fase do concurso nacional de 2025, a nota do último colocado em Medicina Dentária na Universidade do Porto ficou em 178,3 pontos, de acordo com os dados oficiais da DGES. E essa é a nota de quem entrou em último lugar, não de quem entrou bem.

Para te situares, 178,3 sobre 200 equivale a rondar os 17,8 valores numa escala de 20. Não é uma boa média, é uma média de excelência mantida ao longo de todo o secundário e ainda confirmada nas provas de ingresso. Quem entra em Dentária quase não pode falhar nada pelo caminho.
As três universidades públicas movem-se todas nesta faixa apertada, à volta dos 178 valores na 1ª fase de 2025 (Lisboa e Coimbra ficaram nos 177,8 e o Porto nos 178,3), e a barra pode subir ainda mais conforme o ano e a fase. A diferença entre conseguir e não conseguir mede-se em décimas, e essas décimas decidem-se muitas vezes na prova de ingresso, não no secundário.
A resposta curta é que há gente a mais para lugares a menos. Medicina Dentária é um curso com numerus clausus, ou seja, um número de vagas fixado e limitado a nível nacional. Quando a procura é enorme e a oferta é pequena, a nota de corte dispara sozinha.
Nas universidades públicas portuguesas, a oferta é mesmo curta. Estas são as vagas do concurso nacional para 2025/2026:
| Universidade pública | Vagas | Localização |
|---|---|---|
| Universidade de Lisboa | 70 | Lisboa |
| Universidade do Porto | 66 | Porto |
| Universidade de Coimbra | 60 | Coimbra |
São cerca de 196 vagas em todo o país, repartidas por apenas três faculdades públicas. Existem ainda opções privadas (como a Egas Moniz, a CESPU ou a Católica em Viseu), mas com propinas de vários milhares de euros por ano, o que muda completamente a conversa para a maioria das famílias.
Por isso a candidatura a Medicina Dentária acaba por ser uma das mais tensas do país. Tal como acontece com as vagas de Medicina, também na Dentária as vagas são poucas e a margem de erro é quase nula. Se queres perceber melhor que provas pesam na nota, temos um guia sobre os exames para entrar em Medicina que se aplica também à Dentária.
Esta é a parte que quase ninguém te conta a tempo. Ficar a uma ou duas décimas da nota de corte é frustrante, mas não tem de ser o fim do caminho. A mesma profissão pode estudar-se noutro país com um acesso bem mais acessível, e Espanha é o destino mais natural para um estudante português.

A lógica é simples. Se em Portugal a média de Dentária funciona como um muro de 178 valores para pouquíssimas vagas, em Espanha há muito mais faculdades e o sistema de acesso para estudantes portugueses ficou mais leve do que era. Não falamos de um atalho duvidoso, falamos de uma via oficial e reconhecida.
O ponto que costuma surpreender é este: aceder a uma universidade espanhola é mais simples do que parece. Antes exigiam-se duas provas (PCE de Biologia e PCE de Química). Agora a tua nota base constrói-se a partir de um único Exame Nacional que já fizeste em Portugal, e a parte específica reforça-se com PCE só para chegar à pontuação que cada curso pede.
Se a média foi o teu travão, vê como funciona entrar em Medicina com média baixa pela via espanhola, porque a mesma lógica abre portas em Dentária.
O acesso para estudantes portugueses faz-se sobre uma escala de 14 pontos, e divide-se em duas partes que se somam. Conhecer esta estrutura ajuda a perceber por que a barreira é mais baixa do que em Portugal.
Muitos alunos escolhem o Exame Nacional de Espanhol porque costumam tirar notas altas, à volta de 19, o que dá um excelente ponto de partida. A partir daí, a estratégia é afinar as PCE de ciências para chegar à pontuação de Dentária.
É exatamente nesta parte que uma preparação séria deixa de ser um gasto e passa a ser uma alavanca real. Acompanhamos-te na escolha das provas, na gestão dos documentos junto da UNED e na própria candidatura a Medicina em Espanha, que segue a mesma estrutura para Dentária.
Convém desfazer uma ideia errada: ir estudar para Espanha não é um prémio de consolação. É uma decisão estratégica que muitos estudantes tomam logo de início, precisamente para não ficarem reféns de uma décima no concurso nacional português.
A oferta de faculdades é maior, o que distribui melhor a procura e torna o acesso menos sufocante. Se quiseres aprofundar como está organizado o ensino do lado espanhol, temos um guia sobre as faculdades de Medicina Dentária que te dá o panorama completo antes de decidires.
Há ainda quem prefira começar por avaliar todas as opções de saúde com acesso mais aberto antes de fechar a escolha. Se for o teu caso, vê a nossa lista de cursos com médias mais baixas na área da saúde, onde Dentária aparece em contexto com as alternativas reais.
No fim, a pergunta honesta não é só “qual é a minha média”, mas “que caminho me leva à profissão que quero com a nota que tenho”. E essa conta faz-se melhor com apoio de quem conhece por dentro o acesso às universidades espanholas de saúde.
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Com uma formação completa nas disciplinas chave para os exames de acesso, apoio no idioma e um acompanhamento integral em todo o processo desde a candidatura até à gestão da documentação, damos-te o suporte necessário para entrares na universidade espanhola com segurança e clareza.


Se queres essa análise aplicada ao teu caso concreto (a tua média atual, os teus melhores Exames Nacionais e as universidades espanholas que te interessam), escreve-nos pelo chat ou pelo WhatsApp e damos-te uma orientação personalizada sem compromisso.
A nota de candidatura mínima para te poderes candidatar é de 140 pontos numa escala de 0 a 200, tanto na média do secundário como nas provas de ingresso. Na prática, porém, a nota do último colocado é muito mais alta: na 1ª fase de 2025 ficou em 178,3 pontos na Universidade do Porto, segundo a DGES. O mínimo serve só para entrar na corrida, não para garantir vaga.
São três universidades públicas com Medicina Dentária no concurso nacional de acesso: a Universidade de Lisboa, a Universidade do Porto e a Universidade de Coimbra. Juntas oferecem cerca de 196 vagas para 2025/2026. Existem também faculdades privadas, mas com propinas anuais de vários milhares de euros.
Porque Medicina Dentária tem numerus clausus, ou seja, um número de vagas fixado e limitado a nível nacional. Como há muitos candidatos a disputar poucas vagas, a nota de corte sobe ano após ano. É uma questão de procura elevada e oferta reduzida, não de o curso ser academicamente impossível.
Sim. Espanha tem mais faculdades e um sistema de acesso para estudantes portugueses que ficou mais simples. A tua nota base constrói-se a partir de um único Exame Nacional que já fizeste em Portugal, reforçada com as PCE para chegar à pontuação que o curso pede. É uma via oficial e reconhecida, não um atalho.
Hoje basta um Exame Nacional do IAVE de qualquer disciplina para construir a tua nota base sobre 10 pontos, ao 50/50 com a média de secundário. A esses 10 pontos somam-se até 4 pontos das PCE (em saúde, normalmente Biologia e Química). Antes exigiam-se duas PCE obrigatórias; agora o processo é mais leve.
Os custos variam consoante a universidade ser pública ou privada e a cidade onde estudas, por isso não há um preço único. Dependem do teu caso concreto e da via que escolheres. Se quiseres uma estimativa real para a tua situação, fala connosco pelo chat ou pelo WhatsApp e ajudamos-te a fazer as contas.

Educador em ciências com mais de 8 anos de experiência, especializado em Biologia e Química. Uso tecnologia e pedagogia para preparar estudantes de saúde para a EBAU/PAU/PCE com sucesso.
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