BlogUniversidade de Vigo, cursos de saúde e como entrar
Que cursos de saúde tem a Universidade de Vigo, a nota de corte de cada centro, como te candidatas a partir de Portugal e…
Médias de acesso ao ensino superior 2026, o panorama em Portugal e a via alternativa em Espanha

Resume com IA
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Todos os anos, por volta de setembro, as médias de acesso ao ensino superior voltam a ser notícia, e com elas a ansiedade de milhares de famílias que tentam perceber se a nota vai chegar. Por trás dos números há regras concretas, e percebê-las muda a forma como te preparas.
Este ano há novidades importantes na forma como a nota é calculada, e isso pode jogar a teu favor ou contra ti, conforme o curso que queres. Por isso vale a pena olhar para o panorama com calma, e não só para a tabela que sai no dia da colocação.
E se já desconfias que a tua média não vai chegar ao curso dos teus sonhos, há uma alternativa mais acessível que mostramos no fim, com a nossa preparação para estudar em Espanha.
Tens dúvidas sobre como entrar num curso de saúde em Espanha?
Preparamos-te para as PCE da UNED (Biologia, Química e Espanhol) e tratamos da tua credencial e da inscrição.
A média de acesso, ou nota de candidatura, é o número que decide se entras ou não num curso. Resulta de duas partes: a média do secundário e as provas de ingresso (os Exames Nacionais exigidos por cada curso), numa escala até 200 pontos, o equivalente a 20 valores.
A nota de corte de um curso é a média do último colocado. Como há cursos com muitos candidatos e poucas vagas, essa nota sobe ou desce conforme a procura de cada ano. Se quiseres fazer as contas ao teu caso, temos um guia para calcular a tua média de acesso.
A regra de ouro é simples. Quanto mais procurado é o curso, mais alta é a média de corte, e menos margem tens para uma nota apenas razoável.
A novidade mais relevante está na forma de calcular a nota. Com as novas regras, o peso das provas de ingresso pode passar a situar-se entre 45% e 60%, e a média do secundário entre 40% e 50%, conforme a instituição e o curso.
Na prática, isto significa que os Exames Nacionais ganham peso. Um bom exame de ingresso pode compensar uma média de secundário mais fraca, ou, ao contrário, deitar por terra um percurso brilhante se correr mal. Tens o detalhe destas alterações nas mudanças no ensino superior.
O resto do panorama mantém-se. Os cursos da área da saúde e algumas engenharias continuam no topo das médias, enquanto outras áreas ficam bastante mais acessíveis. A diferença entre uns e outros pode ser de vários valores.

A distância entre o curso mais e menos exigente é enorme, e ajuda a pôr as coisas em perspetiva. Esta é a fotografia aproximada por nível de exigência:
| Nível de exigência | Cursos típicos | Média de acesso (aprox., em 20) |
|---|---|---|
| Muito alta | Medicina, Medicina Dentária, Veterinária | 18 a 19,4 |
| Alta | Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Psicologia | 15 a 17 |
| Média | Muitas Engenharias, Ciências, Gestão | 12 a 15 |
| Mais acessível | Várias Humanidades e áreas com menos procura | A partir de 10 a 12 |
Se o teu objetivo é entrar este ano com margem, vale a pena conhecer a lista de cursos com médias mais baixas dentro da área que te interessa. Confirma sempre os valores exatos e atualizados no Concurso Nacional de Acesso da DGES, porque mudam todos os anos.
Aqui é onde muitos estudantes desistem cedo demais, quando na verdade têm mais opções do que pensam. Antes de baixar a fasquia do curso, vale a pena olhar para fora.
A Espanha funciona com uma escala diferente. O acesso é pontuado até 14, e em vez de competires só pela média, podes somar pontos: até 10 com a média do secundário e um Exame Nacional, e até 4 extra com as PCE de Biologia e Química. Uma média que em Portugal não chega para um curso pode tornar-se numa candidatura competitiva do outro lado da fronteira.
Queres estudar um curso na área da saúde em Espanha?
Com uma formação completa nas disciplinas chave para os exames de acesso, apoio no idioma e um acompanhamento integral em todo o processo desde a candidatura até à gestão da documentação, damos-te o suporte necessário para entrares na universidade espanhola com segurança e clareza.


O cálculo está explicado na média para entrar em Medicina em Espanha, e se a tua nota ficou curta, vê como entrar com média baixa. Quando tiveres o cenário montado, o processo de candidatura explica o passo a passo.

Conhecer as regras é meio caminho andado, porque te deixa preparar a candidatura com estratégia em vez de à sorte. Três ideias práticas:
A pergunta honesta não é só qual é a tua média, mas como a usas para entrar onde queres. Se quiseres ver a via espanhola aplicada ao teu caso, com a tua nota e o curso de saúde que queres estudar em Espanha, escreve-nos pelo chat do site ou pelo WhatsApp e damos-te uma assessoria personalizada sem compromisso.
A nota de candidatura resulta da média do secundário e das provas de ingresso (Exames Nacionais), numa escala até 200 pontos ou 20 valores. Com as novas regras, as provas de ingresso podem pesar entre 45% e 60%, e a média do secundário entre 40% e 50%, conforme a instituição e o curso.
A principal alteração está no peso de cada parte. As provas de ingresso ganham importância, podendo valer até 60% da nota de candidatura. Isto significa que os Exames Nacionais passam a ter ainda mais influência no acesso, para o bem e para o mal.
Medicina costuma liderar, com médias a rondar os 18,5 a 19,4 em 20, seguida de Medicina Dentária e Veterinária. São os cursos com mais candidatos e menos vagas, o que empurra a nota de corte para cima ano após ano.
Tens várias opções: melhorar a nota repetindo Exames Nacionais, escolher um curso ou instituição com média mais acessível, ou estudar fora. A Espanha é das alternativas mais usadas, porque o acesso vai até 14 pontos e permite somar até 4 com as PCE, tornando uma média baixa numa candidatura viável.
Os valores oficiais e atualizados de cada curso estão no portal da DGES, no Concurso Nacional de Acesso. Como as notas de corte mudam todos os anos conforme a procura, convém confirmar sempre os dados do ano em que te vais candidatar.

Educador em ciências com mais de 8 anos de experiência, especializado em Biologia e Química. Uso tecnologia e pedagogia para preparar estudantes de saúde para a EBAU/PAU/PCE com sucesso.
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